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04/05/2022

As empresas precisam ficar atentas à evolução do metaverso

FIQUE ATENTO!

Embora ainda não se tenha certeza até onde essa novidade irá nos levar, ela tem potencial para remodelar todo o ambiente de negócio O metaverso ainda está nos primeiros passos, mas já movimenta negócios na ordem de bilhões de dólares anuais, em todo o mundo. As empresas que não se adequarem a essa nova realidade virtual podem ter o mesmo destino das companhias que, no passado, não se adaptaram à transformação digital impulsionada pela internet e, mais recentemente, ao e-commerce: podem ter os seus negócios comprometidos ou até desaparecer. “Apenas no ano passado foram consumidos US$ 40 bilhões só em roupas digitais para avatares. Isso dá uma ideia do gigantismo do metaverso”, diz Marcos Sêmola, sócio da EY para Cibersegurança e autor do livro “Gestão da Segurança da Informação – Uma visão Executiva”, que pode ser baixado gratuitamente. Na entrevista abaixo, Sêmola explica como as companhias devem se adaptar ao metaverso para o desenvolvimento dos seus negócios e os cuidados com a segurança nesse novo ambiente virtual. Quais as implicações do metaverso no novo ambiente de negócios? A visão associada ao metaverso prevê a existência de um mundo paralelo em que muitas atividades realizadas hoje no mundo físico também ocorram no ambiente virtual. A depender da velocidade com que as tecnologias da Web 3.0 se popularizarem e alcançarem a maior parte da população mundial, nós veremos esse mundo paralelo com altíssimo grau de realismo. Ele será tão atraente aos seres humanos que eles desejarão realizar as atividades que hoje só é possível no mundo físico. Dessa forma, muitas atividades de negócios tendem a ocorrer também no metaverso. Como podemos ilustrar esse processo? Basta analisar o setor de educação. Há cinco anos, o mundo consumia muito mais serviços educacionais presenciais do que virtuais. A pandemia acelerou e, hoje, certamente, as atividades educacionais ocorrem mais no mundo virtual, seja por meio do zoom ou outras plataformas. Nós já estamos sendo apresentados a um comportamento de consumo em um ambiente virtualizado, que é pregado pelo metaverso. O que nós veremos no futuro serão aulas ministradas nesse ambiente com muito mais realismo e oferecendo aos consumidores uma experiência muito mais confortável e agradável do que é hoje. É um pequeno exemplo dessa transição do físico para o virtual. Quais caminhos devem ser seguidos pelas empresas para que elas se familiarizem, cada vez mais, com essa nova dinâmica colocada pelo metaverso, e nesse novo ambiente de negócios? Gosto de atribuir esse exercício a uma escada em caracol, na qual você consegue enxergar os primeiros degraus, mas é incapaz de enxergar os próximos. A cada curva surgem novos degraus. Estamos no início dessa escada que é construída por vários degraus. Um deles define a infraestrutura necessária para a conexão e a comunicação. Há um outro degrau que é a interface humana. Aí, estou falando de óculos inteligentes, dispositivos de realidade virtual etc. Depois há um degrau que é a descentralização. É um modelo previsto nessa escada do metaverso em que projetos, produtos e empresas serão geridas consumindo tecnologias que permitem a descentralização da governança dessas empresas. Aí estão incluídas tecnologias como blockchain e outras. Outro degrau importante é a computação espacial. Se nós queremos realmente ter uma vida no mundo virtual, esse mundo tem de se aproximar ao máximo do mundo real. Por isso, é necessário que os computadores e sistemas de computação sejam capazes de construir esse ambiente espacial com realismo. Para que eu, por exemplo, no avatar do metaverso, pareça, de fato, comigo. Para que eu me sinta representado por ele nesse mundo virtual. E a questão da economia? O quinto degrau da escada é o que chamamos de criação da economia. Nada do que falamos até agora faz sentido se não houver empresas que construam ferramentas para explorar esse espaço virtual. Me refiro a ambientes de e-commerce, mercados de vendas de ativos virtuais, ferramentas de design para você construir produtos nesse ambiente virtual. São as redes sociais e os mecanismos que vão divulgar os agentes e produtos no metaverso. Por último, o degrau da experiência do usuário. No fim das contas, o que as pessoas querem é usufruir de uma experiência agradável nesse mundo virtual.

Crédito:


Agência de notícias da auditoria EY

Fonte:


DIÁRIO DO COMÉRCIO

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